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Sobre lilitchka

Esse problema se torna cada vez mais complexo na tecnocultura, onde as pessoas se encontram em teatros virtuais alheios à vida quotidiana, mas que têm um tremendo impacto sobre ela. Representações abstratas do eu e do corpo, separadas do indivíduo, estão simultanemente presentes em vários locais, interagindo e recombinando com outras, além do controle do indivíduo e freqüentemente em seu detrimento.

Bem-vindo de volta,

lilitchka
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palabra

hoje fui escrever palavra e quase saiu palabra. acho que isso é um sinal dos tempos ou, pelo menos, um sinal que ando aprendendo algumas coisas. e talvez esquecendo outras, vai saber.

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top 5 buenos aires (até agora)

cerveja de 1 litro – adoro ter cascos retornáveis de stellar  em casa. e 1 litro, pura felicidade.

feira de san telmo – é uma gracinha, parece a feira da benedito calixto, mas imagina a teodoro sampaio fechada e várias pessoas vendendo coisinhas fofas na rua. e muitos músicos tocando ré bien. inclusive um que é lindo de morrer, mas que sabe disso e não dá bola pra ninguém. mas é lindo, de qualquer jeito.

movimentações nas ruas – não sei bem qual a efetividade das manifestações, mas é bom saber que existam lugares que as pessoas ainda vão pra rua. depois tenho que escrever um post especial sobre o 24 de marzo, o dia do golpe. é um feriado em que todos os movimentos sociais e partidos vão pro centro e fazem um tipo de desfile em homenagem aos “30.000 detenidos desaparecidos – presente!”. e o tanto de stencil que tem nas ruas, calçadas, prédios! e tem stencil de muita gente, de grupos, de bandas, com mensagens, desenhos nada a ver e inclusive um de um grupo fascista – o que me pareceu muito estranho – “el nacionalismo avanza!” tirei algumas fotos no celular, quando achar o cabo posto aqui.

penteados das meninas – elas prendem os cabelos de um jeito meticulosamente desarrumado, só com uns grampos, e fica lindo! senti saudade de ter cabelo grande pela primeira vez na vida.

che boludo! – ah, é uma boa expressão, vai? ainda é mais engraçado vinda de um argentino com as devidas gesticulações e sotaque. eles realmente fazem aquela conchinha italianada com a mão, muito bom.

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San Telmo

San Telmo é um bairro tranquilinho. Parece que mudou um bocado de uns anos pra cá. Antes, pelo que me dizem, morava mais trabalhadores, o aluguel era mais barato e tinha a fama era igual a que Boca tem até hoje. Ainda não tive tempo de averiguar, mas parece que o bairro sofreu um processo de gentrificação e agora virou um tipo de Santa Tereza com Vila Madalena + turistas. Já Boca continua tendo fama de barra pesada, mas também não conferi.

Quando estava no albergue, conversei com um dos donos, que me explicou seu projeto de mestrado. Era sobre planejamento urbano, sobre como desenvolver um turismo alternativo. A idéia seria integrar as pessoas dos bairros no esquema turístico de hospedagem e empregos, para que não sejam expulsas pelo aumento dos preços do aluguel ou pela idéia de segurança que um bairro turístico deva passar. Ele estudava outra cidade, não Buenos Aires.

Gostei da idéia, mas dificilmente fo isso que aconteceu em San Telmo, apesar de ter muita gente alugando quarto para estudantes, e muitos hosteis. Hoje em dia os prédios antigos, os velhinhos, os vira-latas, e os turistas (me incluindo), tudo isso é um cenário bem típico de San Telmo.

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ángeles

¡Feminista! ¿Quién pone en duda la urgencia que sigue siendo el feminismo. Falta muchísimo de todo lo que nos hemos propuesto. ¿Vivir como feminista? ¿De qué otro modo puede uno vivir, escribir, pensar?

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oh yeah!

oh yeah!

essa aí é maior que a pré-histórica! 18 metros de péssimos efeitos especiais com direito a ouvir a mocinha chamar o David HasselHof de macho dominante.

imbatível.

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Viva o aquecimento global!

Como uma declarada fã de filmes com animais gigantes, recebi essa notícia do Ciência Hoje:

“A maior serpente de que se tem notícia viveu na Colômbia há cerca de 60 milhões de anos. Com 13 metros de comprimento e mais de uma tonelada, a Titanoboa cerrejonensis deixa no chinelo a sucuri brasileira, que pode passar de 7 metros. (…) O tamanho impressionante da serpente colombiana está ligado ao clima das florestas tropicais no período em que ela viveu, pois répteis de sangue frio como ela (ditos ectotérmicos) dependem da temperatura ambiente para regular a sua própria. Os autores do estudo acreditam que cobras do tamanho da Titanoboa só sobreviveriam em temperaturas médias mínimas de 30-34°C.”

Será que podemos esperar a ficção virar realidade nos próximos anos?!

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