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lilitchka
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palabra

hoje fui escrever palavra e quase saiu palabra. acho que isso é um sinal dos tempos ou, pelo menos, um sinal que ando aprendendo algumas coisas. e talvez esquecendo outras, vai saber.

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phd042409s

no you can’t, cecilia.

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Feeling Fucked Up

Lord she’s gone done left me
done packed up and split
and I with no way to make her
come back and everywhere the world is bare
bright bone white crystal sand glistens
dope death dead dying and jiving drove
her away made her take her laughter and her smiles
and her softness and her midnight sighs—

Fuck Coltrane and music and clouds drifting in the sky
fuck the sea and trees and the sky and birds
and alligators and all the animals that roam the earth
fuck marx and mao fuck fidel and nkrumah and
democracy and communism fuck smack and pot
and red ripe tomatoes fuck joseph fuck mary fuck
god jesus and all the disciples fuck fanon nixon
and malcom fuck the revolution fuck freedom fuck
the whole muthafucking thing
all i want now is my woman back
so my soul can sing

Etheridge Knight (April 19, 1931 – March 10, 1991)

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top 5 buenos aires (até agora)

cerveja de 1 litro – adoro ter cascos retornáveis de stellar  em casa. e 1 litro, pura felicidade.

feira de san telmo – é uma gracinha, parece a feira da benedito calixto, mas imagina a teodoro sampaio fechada e várias pessoas vendendo coisinhas fofas na rua. e muitos músicos tocando ré bien. inclusive um que é lindo de morrer, mas que sabe disso e não dá bola pra ninguém. mas é lindo, de qualquer jeito.

movimentações nas ruas – não sei bem qual a efetividade das manifestações, mas é bom saber que existam lugares que as pessoas ainda vão pra rua. depois tenho que escrever um post especial sobre o 24 de marzo, o dia do golpe. é um feriado em que todos os movimentos sociais e partidos vão pro centro e fazem um tipo de desfile em homenagem aos “30.000 detenidos desaparecidos – presente!”. e o tanto de stencil que tem nas ruas, calçadas, prédios! e tem stencil de muita gente, de grupos, de bandas, com mensagens, desenhos nada a ver e inclusive um de um grupo fascista – o que me pareceu muito estranho – “el nacionalismo avanza!” tirei algumas fotos no celular, quando achar o cabo posto aqui.

penteados das meninas – elas prendem os cabelos de um jeito meticulosamente desarrumado, só com uns grampos, e fica lindo! senti saudade de ter cabelo grande pela primeira vez na vida.

che boludo! – ah, é uma boa expressão, vai? ainda é mais engraçado vinda de um argentino com as devidas gesticulações e sotaque. eles realmente fazem aquela conchinha italianada com a mão, muito bom.

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Minha tragédia está terminada; li em voz alta, bati palmas e gritei: “Ah, Púchkin, seu filho da puta!”

(Carta a Viazemski, 7/09/1825)

***
E tem as cartas que ele escrevia bêbado, também.

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San Telmo

San Telmo é um bairro tranquilinho. Parece que mudou um bocado de uns anos pra cá. Antes, pelo que me dizem, morava mais trabalhadores, o aluguel era mais barato e tinha a fama era igual a que Boca tem até hoje. Ainda não tive tempo de averiguar, mas parece que o bairro sofreu um processo de gentrificação e agora virou um tipo de Santa Tereza com Vila Madalena + turistas. Já Boca continua tendo fama de barra pesada, mas também não conferi.

Quando estava no albergue, conversei com um dos donos, que me explicou seu projeto de mestrado. Era sobre planejamento urbano, sobre como desenvolver um turismo alternativo. A idéia seria integrar as pessoas dos bairros no esquema turístico de hospedagem e empregos, para que não sejam expulsas pelo aumento dos preços do aluguel ou pela idéia de segurança que um bairro turístico deva passar. Ele estudava outra cidade, não Buenos Aires.

Gostei da idéia, mas dificilmente fo isso que aconteceu em San Telmo, apesar de ter muita gente alugando quarto para estudantes, e muitos hosteis. Hoje em dia os prédios antigos, os velhinhos, os vira-latas, e os turistas (me incluindo), tudo isso é um cenário bem típico de San Telmo.

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